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Marta Ren: a portuguesa que conquistou a Europa da música

Marta Ren e a banda que a acompanha, The Groovelvets, são um sucesso em toda a Europa.

Em 2016, depois de várias experiências colectivas (Sloppy Joe, Bombazines, Funkalicious), a cantora portuense lançou-se a solo com o álbum Stop Look Listen, numa edição da italiana Record Kicks, seguindo-se concertos por toda a Europa.

Em 2017 não teve mãos a medir. Em palco, Marta Ren e os seus Groovelvets são caso sério: soul-funk clássico, suportado por voz vivida, presença felina e sensual, metais que parecem libertar suor e uma batida milimétrica que impele à dança. São febris, mas também arrebatados, num som sujo, compacto, intemporal.

Curiosamente, o único mercado que parece resistir a Marta Ren é o português, pelo menos ao nível do grande público, que praticamente não a conhece. É verdade que, como atestam as suas inúmeras colaborações (Moullinex, Selma Uamusse, Jorge Cruz, GNR, Mão Morta, Trabalhadores do Comércio, Sam The Kid ou Dealema), esse reconhecimento existe no meio musical, mas de facto “o chamado grande público” não está familiarizado com o seu trabalho, diz em entrevista ao jornal Público Marta Ren, um dia antes daquele que foi o seu primeiro concerto em nome próprio em Lisboa – no Lux-Frágil, na quinta-feira, com o cúmplice Moullinex como convidado especial e a promessa de uma série de canções com novos arranjos.

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